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A gente se acostuma...

 


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Discussões inúteis, intermináveis, agressivas. Gente defendendo as maiores asneiras, e se orgulhando disso. Pessoas perseguindo e ameaçando as outras. Um tsunami infinito de informações falsas. Reuniões, projetos, esforços que dão em nada. Decisões erradas. Líderes políticos imbecis. De uns tempos para cá, parece que o mundo está mergulhado na burrice. Você já teve essa sensação? Talvez não seja só uma sensação. Estudos realizados com dezenas de milhares de pessoas, em vários países, revelam algo inédito e assustador: aparentemente, a inteligência humana começou a cair. Leia mais em: https://super.abril.com.br/especiais/a-era-da-burrice/ 

Formigueiro Digital finalizado

É disso que se trata Antunes.... PROJETO FORMIGUEIRO DIGITAL SUMÁRIO A Intencionalidade e o evento no mundo digital A Intencionalidade e a mente, seu significado no mundo digital Como funcionar a Mente? no mundo digital Como se dá a tomada de decisão frente a um evento?  Como dosar as recompensas e perdas na decisão? Como transfigurar a decisão em evento de projeção? Como projetar um evento em escala futura? Como aprender com eventos passados? PREFÁCIO Um artefato foi lançado em um planeta inóspido com o objetivo de procurar por matéria prima de alguma ordem. Esse artefato necessita de uma adaptação do meio e lidar com situações ora não imaginadas mas que são reais. A tomada de decisão deste artefato é que fará a diferença entre efetuar sua programação e buscar frente aos desafios, sua função primordial. Esse artefato não necessita de um ambiente que os seres biológicos conhecidos precisam, ele é autônomo em suas decisões, e consegue efetuar ações baseado na sua intencionalidade, c...
O coração, se pudesse pensar, pararia... Considero a vida uma estalagem onde tenho que me demorar até que chegue a diligência do abismo. Não sei onde me levará, porque não sei nada. Poderia considerar esta estalagem uma prisão, porque estou compelido a aguardar nela; poderia considerá-la um lugar de sociáveis, porque aqui me encontro com outros. Não sou, porém, nem impaciente nem comum. Deixo ao que são os que se fecham no quarto, deitados moles na cama onde esperam sem sono; deixo ao que fazem os que conversam nas salas, de onde as músicas e as vozes chegam cómodas até mim. Sento-me à porta e embebo meus olhos e ouvidos nas cores e nos sons da paisagem, e canto lento, para mim só, vagos cantos que componho enquanto espero. Para todos nós descerá a noite e chegará a diligência. Gozo a brisa que me dão e a alma que me deram para gozá-la, e não interrogo mais nem procuro. Se o que deixar escrito no livro dos viajantes puder, relido um dia por outros, entretê-los também na passagem, será ...